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Entrevista: Rosaria


Entrevista

Nome: Carla Schneider
Instituição: Universidade Federal de Pelotas, UFPel
Publicado em: Orson - Revista dos Cursos de Cinema do CEARTE, ed. 11, pp. 244-255.
Ano: 2016
País: Brasil


Resumo

Rosaria desenha, desenha e desenha desde criança. Sentia que essa era a sua forma de se expressar mas não acreditava que dali pudesse sair uma profissão. Foi aos 17 anos, na sua primeira visita ao “Anima Mundi – Festival Internacional de Animação” (ocorre anualmente no Rio de Janeiro e em São Paulo), que descobriu isso. Está bem registrado em sua memória: tudo começou na oficina de desenho animado, oferecida pelo evento em área específica conhecida como “estúdio aberto”, na qual era possível experimentar algumas técnicas de animação. Recebeu orientações sobre como fazer os desenhos sequenciais e de repente o seu personagem estava se movendo, o encantamento foi inevitável. Assim Rosaria compreendeu que além de desenhar podia animar seus personagens. Naquela época estava se preparando para fazer o vestibular mas uma de suas principais referências não estava nos livros e sim no filme Noturno (Aída Queiroz, 1986). Nas suas palavras “eu gostava muito de cavalos, sempre desenhava cavalos, e eu gostava de vê-los se mexendo. Este filme tinha isso, era brasileiro, era feito por uma mulher.” Estava decidido, era exatamente isso que queria para a sua vida. Desde então, Rosaria é uma das animadoras em destaque no cenário nacional, é sócia-diretora na “Fasfavor, desenhos animados”, e dirigiu três curtas-metragens animados. O mais recente O projeto do meu pai (2016) caiu no gosto do público e do júri profissional do Anima Mundi deste ano, conquistando: melhor curta; melhor curta brasileiro, prêmio Canal Brasil e prêmio BNDES.

Palavras-chaveRosaria, Animação 2D, Roteiro, cinema


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