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A estética da crueldade em Tomie: do mangá ao cinema

Trabalho de Conclusão de Curso

Nome: Tânia Maria Souza de Santana
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Curso de Letras - Português
Orientador: Jean Paul d’Antony Costa Silva
Ano: 2025
País: Brasil

Resumo
Esta monografia explora as relações entre a obra de Junji Ito Tomie (1987) e os conceitos acerca da estética da crueldade, bem como sua relação com as obras do dramaturgo francês Antonin Artaud e os estudos do filósofo Clément Rosset. Primeiramente, examina-se o conceito de crueldade em Artaud, entendendo-o como uma força visceral, destinada a confrontar o público com experiências intensas e provocativas, revelando o inconsciente e a essência humana mais crua e inquietante. A análise prossegue com um estudo comparativo entre a linguagem visual de Ito e os princípios de Artaud, observando como ambos utilizam a deformação e o grotesco para provocar reações instintivas no público e com base nos conceitos analisados o seguinte problema é discutido: como a protagonista Tomie Kawakami personifica a estética da crueldade e seus desdobramentos na obra Tomie? O trabalho investiga ainda as adaptações cinematográficas das obras de Ito, destacando como elementos de direção, fotografia e montagem contribuem para traduzir a estética da crueldade e desconforto dos mangás para a linguagem audiovisual. Outras teorias também são colocadas como base para toda essa análise, como O Princípio de Crueldade (1989) de Clément Rosset e Literatura e Cinema (2017) de Thais Flores Nogueira Diniz.

Palavras-chave: Crueldade, Tomie, Junji Ito, Adaptação, Adaptação para o cinema, Mangás, Histórias em quadrinhos

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