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“Bee Movie – a história de uma abelha”: em cena a educação ambiental e a agroecologia

Monografia


Autor(a): Maria Benigna Santos de Jesus
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Curso: Licenciatura em Ciências Biológicas
Orientador: Aline Lima de Oliveira Nepomuceno
Ano: 2021
País: Brasil

Resumo
O cinema, especialmente as animações, traz questões sociais e ambientais passíveis de reflexão. Por conta disso, encontramos nestes artefatos ambientes profícuos para discussões sobre Educação Ambiental contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico pautado no respeito ao ambiente. O objetivo dessa pesquisa é compreender as possíveis contribuições e limitações da animação “Bee Movie: a história de uma abelha” como recurso para a divulgação da Educação Ambiental, a partir do viés agroecológico. A pesquisa é de cunho qualitativo e de caráter exploratório, caracterizando-se pelas interpretações e análises do filme de animação a partir da seleção de cenas escolhidas à medida que o discurso dos personagens se alinhava às concepções da Educação Ambiental e dos princípios agroecológicos. A partir das análises, percebemos que o filme evidencia a relação homemnatureza, mas não uma visão crítica sobre ela. A partir disso, foram encontrados elementos para classificar as ações dos personagens de acordo com as concepções de Educação Ambiental subversiva e subserviente. Por meio das cenas, são discutidas também as questões de coletividade que envolvem não só a Educação Ambiental como também a agroecologia. Trazemos, também, a discussão de duas visões da agroecologia: prática e sociopolítica; e fazemos um contraste das cenas com a literatura usada no referencial teórico desse trabalho. Com isso, evidenciamos neste artefato cultural uma visão da agricultura limitada ao agronegócio, ou seja, o filme não traz aspectos agroecológicos em suas cenas que evidenciem práticas alternativas sustentáveis na produção das abelhas.

Palavras-chave: Biologia, Ensino de biologia, Educação ambiental, Filme de animação, Agroecologia

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O uso de animações como recurso didático na educação ambiental: uma análise de “O Lorax - em busca da trúfula perdida''

Monografia


Autor(a): Anne Caroline Soares Mendonça
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Curso: Licenciatura em Ciências Biológicas
Orientador: Aline Lima de Oliveira Nepomuceno
Ano: 2023
País: Brasil

Resumo
O cinema, especialmente as animações, trazem questões socioambientais passíveis de reflexões. Por conta disso, encontramos nestes artefatos ambientes profícuos para discussões sobre Educação Ambiental (EA) contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico pautado no respeito ao ambiente. O objetivo dessa pesquisa foi compreender como a EA está presente na animação “O Lorax: em busca da trúfula perdida”. A pesquisa é de cunho qualitativo e de caráter exploratório, caracterizando-se pelas interpretações e análises do filme de animação a partir da seleção de cenas escolhidas à medida que o discurso dos personagens se alinhava às concepções da EA. A partir das análises, percebemos que o filme evidencia a relação ser humano-natureza, e uma visão crítica sobre ela. Por meio das cenas analisadas, são discutidas também questões de coletividade e consumo, que envolvem a EA. Com isso, evidenciamos neste artefato cultural uma possibilidade de recurso didático para a implementação da EA em sala de aula, especialmente no Ensino de Ciências. Assim, concluímos que é possível utilizar o filme analisado como recurso didático para a EA.

Palavras-chave: Ciências biológicas, Ensino superior (UFS), Educação ambiental, Filme de animação, Didática

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A leitura dialógica com ressignificação valorada do livro e do filme Shrek na sala de aula

Dissertação de Mestrado

Nome: Mari Geralda D’Avila Cardoso
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Programa de Pós-Graduação Profissional em Letras
Orientador: José Ricardo Carvalho da Silva
Ano: 2024
País: Brasil

Resumo
Esta pesquisa investiga as possibilidades de leitura ética e discursiva na escola, focando em atividades de compreensão ativa do livro Shrek, de William Steig, publicado em 1990, e sua primeira adaptação cinematográfica, dirigida por Andrew Adamson e Vicky Jenson, em 2001, pelo estúdio de animação Dream World. O estudo faz uso das categorias sátira, paródia, grotesco e sublime, que sustentam a proposta de análise da carnavalização em Bakhtin. Ao aplicar as categorias de análise na leitura dialógica de Shrek, pretende-se observar como as diferentes vozes dessas criações artístico-literárias (autor, personagens, vozes sociais) entram em diálogo com os contos de fadas tradicionais e a visão de mundo da sociedade contemporânea. A pesquisa analisa a aplicação de uma proposta didática de percurso de leitura literária com ressignificação valorada desenvolvida de Carvalho (2021, 2023, 2024), a fim de explorar as capacidades de produção de sentido no plano ético-estético-discursivo em uma classe do 9o ano do Ensino Fundamental. Nossa hipótese central é a de que os procedimentos de compreensão de atividades de leitura dialógica em uma perspectiva ético-estilística- discursiva possuem um papel significativo na formação do leitor, oferecendo possibilidades de mediação didática em sala de aula que ajudam a problematizar a construção de sentido dos enunciados e ampliar a capacidade crítica do aluno. Sendo assim, esta pesquisa, situada no campo da Linguística Aplicada, realiza um estudo de caso que explora a leitura com ressignificação valorada de Shrek, tanto em sua forma literária quanto cinematográfica, em oposição aos valores preconizados pelos contos de fadas tradicionais. Sob o enfoque da compreensão responsiva e responsável, os participantes da pesquisa contrastam os valores tradicionais dos contos de fadas com os valores assumidos pelas obras analisadas por meio de procedimentos de leitura ético-discursivos. Por esse caminho, a pesquisa apresenta e analisa, em uma situação empírica, a aplicação do trabalho de leitura dialógica em uma turma de 9o ano do Ensino Fundamental II de um colégio estadual situado na cidade de Aracaju, Sergipe. Nesta pesquisa, são exploradas as categorias da carnavalização delineadas por Bakhtin (2011) em uma oficina de leitura dialógica, tendo como produto um caderno pedagógico que fornece subsídios teórico-práticos para propostas de leitura que sigam o mesmo parâmetro.

Palavras-chave: Leitura, Formação do leitor, Conto de fadas, Carnavalização, Ressignificação valorada, Compreensão ativa

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Contos de fadas e cinema de animação: o processo de pré-produção do curta infantil "O Roubo da Gaita Dourada pelo Malvado Carcará”

Trabalho de Conclusão de Curso

Nome: Juliana Neves Sales
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Curso de Cinema e Audiovisual
Orientador: Jean Fábio Borba Cerqueira e Gustavo de Melo França
Ano: 2025
País: Brasil

Resumo
O presente trabalho procura investigar, através de uma pesquisa bibliográfica, as relações entre os contos de fadas, a literatura infantil, e o cinema infantil, na intenção de, assim, proporcionar uma base para a pré-produção de um curta-metragem de animação em recorte intitulado "O Roubo da Gaita Dourada pelo Malvado Carcará”, que será, então, apresentada na forma de um memorial descritivo. Em primeira instância, serão abordados os aspectos teóricos utilizados para fundamentar a pesquisa, passando pela relação entre a literatura infantil e a construção da infância moderna, o uso dos contos de fadas e da literatura infantil como ferramenta pedagógica e a sua influência no cinema infantil, a associação comum entre animação e conteúdo para crianças, e, além disso, a chegada dos contos de fadas ao cinema e as diferentes formas de se representar essas histórias. Em seguida, serão descritos os aspectos técnicos da fase de préprodução do curta, incluindo a construção do roteiro e o desenvolvimento visual. A narrativa em questão, construída a partir de um modelo proposto pelo folclorista Vladimir Propp, segue diversas convenções presentes em contos de fadas, e retrata a jornada de uma menina, que acompanhada de seu gato, viaja por uma ilha mágica, com o objetivo de reaver sua gaita, que foi roubada por um carcará. Lá, eles encontrarão diversos personagens, incluindo um ratinho covarde, que os ajudará em sua busca.

Palavras-chave: Cinema, Ensino superior (UFS), Contos de fadas, Cinema infantil, Animação, Literatura infantil

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A estética da crueldade em Tomie: do mangá ao cinema

Trabalho de Conclusão de Curso

Nome: Tânia Maria Souza de Santana
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Curso de Letras - Português
Orientador: Jean Paul d’Antony Costa Silva
Ano: 2025
País: Brasil

Resumo
Esta monografia explora as relações entre a obra de Junji Ito Tomie (1987) e os conceitos acerca da estética da crueldade, bem como sua relação com as obras do dramaturgo francês Antonin Artaud e os estudos do filósofo Clément Rosset. Primeiramente, examina-se o conceito de crueldade em Artaud, entendendo-o como uma força visceral, destinada a confrontar o público com experiências intensas e provocativas, revelando o inconsciente e a essência humana mais crua e inquietante. A análise prossegue com um estudo comparativo entre a linguagem visual de Ito e os princípios de Artaud, observando como ambos utilizam a deformação e o grotesco para provocar reações instintivas no público e com base nos conceitos analisados o seguinte problema é discutido: como a protagonista Tomie Kawakami personifica a estética da crueldade e seus desdobramentos na obra Tomie? O trabalho investiga ainda as adaptações cinematográficas das obras de Ito, destacando como elementos de direção, fotografia e montagem contribuem para traduzir a estética da crueldade e desconforto dos mangás para a linguagem audiovisual. Outras teorias também são colocadas como base para toda essa análise, como O Princípio de Crueldade (1989) de Clément Rosset e Literatura e Cinema (2017) de Thais Flores Nogueira Diniz.

Palavras-chave: Crueldade, Tomie, Junji Ito, Adaptação, Adaptação para o cinema, Mangás, Histórias em quadrinhos

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