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Por Uma Animação Bidimensional

  

Artigo Acadêmico
(indexado pela 1a. vez em 17/10/2011)


Autor(a): Carolina Gaessler
InstituiçãoUniversidade Federal de Pelotas, UFPel, Pelotas, RS
Publicado em: Orson - Revista dos Cursos de Cinema do Cearte, n.1 / UFPEL
Ano: 2011
País: Brasil

Resumo

Sylvain Chomet sem dúvida foi no mínimo ousado em suas duas mais recentes produções de longas-metragens animadas. Chomet não foi só o diretor de As Bicicletas de Belleville (Les Yriplettes de Belleville, Sylvain Chomet 2003) e O mágico (L’Illusionniste, Sylvain Chomet 2010), foi também idealizador da obra como um todo – roteiro, produção e direção de arte. Mas a ousadia não consiste neste ponto. O fato é que ambos os filmes foram lançados em meio a um “boom” da tecnologia 3D e não têm apenas um formato bidimensional, como também um 2D
inusitado, uma estética diferente da que constantemente é vista nos longas, curtas e séries animadas de TV.
As Bicicletas de Belleville traz a história de um garoto – Champion – que é criado pela avó, Madame Souza. Ele é um garoto triste e apático, que não se interessa por nada. Até que um dia a senhora percebe o interesse do neto por bicicletas. Gosto que provém de uma fotografia dos pais da criança, presa na parede de seu quarto. 

Palavras-chaveAnimação 2D, As Bicicletas de Belleville, Cinema de arte

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