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Da Animação ao Cinema: Rupturas, continuidades e sobreimpressões

 

Capítulo de Livro
(indexado pela 1a. vez em 05/03/2016)


Autora: Carla Schneider e Alexandre Rocha da Silva
InstituiçãoUUFRGS/UFPel
Publicado em: Cinema em Choque: Logos e rupturas. Porto Alegre: Sulina, 2013, p.11-26.
Ano: 2013
País: Brasil

Resumo

Embora essa seja a Era das Convergências e Hibridismos, este capítulo pretende ir na contramão da moda e investir, efetivamente, na identificação dos traços que distinguem o cinema propriamente dito da animação. Ainda que se reconheçam proximidades entre ambos, são os traços que os distinguem que nos permitem observar com maior clareza, relações de complementaridade, de contradição e de tradução que sempre acompanharam as duas manifestações audiovisuais. Assim, perguntas recorrentes, como: (1) animação não cinema? (2) o cinema não surge da animação? (3) como são produzidas as imagens de animação? (4) E as do cinema? (5) Como ocorrem os processos tradutórios da animação para o cinema e vice-versa? cumprem o papel de evidenciar a necessidade de um estudo específico capaz de definir o que caracteriza centralmente o cinema e o que caracteriza a animação, buscando aproximações e rupturas, objetivo proposto por este texto.

Palavras-chave: Animação não-cinema, Cinema de animação



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