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Otakus: o consumo dos animes sob a perspectiva da web 2.0

Trabalho de Conclusão de Curso

Nome: Anna Ingrid Muniz Prado Silva
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Curso de Publicidade e Propaganda
Orientador: Claudomilson Fernandes Braga
Ano: 2023
País: Brasil

Resumo
O objeto central desta pesquisa são os otakus, que se caracterizam como entusiastas ávidos por mangás e animes, e a sua relação com a Web 2.0 no Brasil. O principal objetivo do estudo é compreender como esses fãs utilizam a plataforma digital para acessar seus produtos de consumo. Partindo do pressuposto de que o anime é um produto cultural midiático que visa a promoção da cultura pop japonesa no país, esta pesquisa busca explorar como a Web 2.0 tem impactado e transformado a maneira como os otakus consomem e interagem com esse tipo de conteúdo através da análise de discurso de três objetos.

Palavras-chave: Comunicação social, Publicidade, Propaganda, Anime, Otaku, Web 2.0, Cultura pop japonesa

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A estética da crueldade e a violência: desdobramentos no animê Shingeki no Kyojin (2013)

Trabalho de Conclusão de Curso

Nome: Joseane Domingos de Jesus
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Curso de Letras - Português
Orientador: Jean Paul D’Antony Costa Silva
Ano: 2022
País: Brasil

Resumo
O presente estudo objetivo investigar a violência e estética da crueldade presente no anime Shingeki No Kyojin (2013). O problema de pesquisa consiste em analisar como as temáticas citadas previamente se expressam com visibilidade nos personagens cinematográficos e nos conflitos políticos. Nesse sentido, o texto busca explorar o tecido da crueldade no cinema e na televisão através do animê. A metodologia da pesquisa é comparativa, utilizando dos conceitos do cinema e da estética da crueldade para difundir a análise desta pesquisa. Para a ocorrência eficaz de tal, foram reunidos estudiosos da área para fundamentar a pesquisa de melhor forma, sendo alguns deles: Antonin Artaud (2006), Clément Rosset (1989), Hannah Arendt (2004) e Maura Regina Modena (2016) para elucidar conceitos sobre estética da crueldade e violência.No segundo momento, visa-se com Edgar Morin (1970) e Fagner Torres de França (2012) a compreensão do tecido da crueldade no corpo do cinema. Desse modo, a pesquisa direcionouse de forma linear, pois primeiro ressaltou os conceitos sobre os temas supracitados e manteve a análise no terceiro capítulo, mediando um estudo junto ao teórico Michel Foucault, através das obras Vigiar e punir: nascimento da prisão (1987).

Palavras-chave: Cinema, Estética, Violência, Cinema, Estética da crueldade, Animê, Violência

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Estilo e autoria na Era de Renascimento da Disney: (1989-1999)

Trabalho de Conclusão de Curso

Nome: Karoline Pandolfo
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Curso de Cinema e Audiovisual
Orientador: Greice Schneider
Ano: 2023
País: Brasil

Resumo
A Era de Renascimento da Disney compreende o período de 1989 a 1999, quando a Walt Disney Animation tem um êxito retorno ao estilo formal de sua “era de ouro”. Os dez filmes que integram o período são unidos por aspectos mercadológicos, estilísticos e autorais, relativos à consistência da equipe responsável por criar e desenvolver as características que guiam todas as obras. Diante disso, o presente trabalho se propõe a buscar os profissionais que compõem esse grupo e entender suas contribuições, tanto para a época, quanto para a materialidade dos filmes. Para isso, relacionamos as proposições de autoria na animação de Wells (2002) e a teoria da arte como ação coletiva de Becker (1977), a fim de compreender a coletividade dos trabalhos - circunstância frequentemente mencionada nos livros, documentários e vídeos de making ofs que são fonte para esta pesquisa. Ademais, os entendimentos de Bordwell (2008, 2013) sobre estilo, devem nos guiar na compreensão da materialização das autorias exercidas.

Palavras-chave: Cinema, Ensino superior (UFS), Animação, Disney, Audiovisual

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Luz, câmera, emoção: um encontro com “Tito e os pássaros”

Dissertação de Mestrado

Nome: João Victor Torres da Silva
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Cinema
Orientador: Marcos Ribeiro de Melo
Ano: 2023
País: Brasil

Resumo
Por entre ângulos, sequências e cenas, esta pesquisa acompanha a história do menino Tito, protagonista da animação brasileira “Tito e os pássaros” (2019), que junto com os seus dois melhores amigos, Sara e Buiu, vivem uma jornada de aventura para descobrir a cura para uma estranha epidemia que transforma todos que sentem medo em pedra. As personagens vivem em uma sociedade, que assim como a nossa, vive uma atmosfera caótica, de instabilidades e adoecimento. Nesse sentido, o estudo se pauta em como a narrativa fílmica, sob o olhar do menino Tito, ajuda-nos a pensar sobre o uso das imagens e das emoções como forma de controle social? Para a produção de dados, o estudo se inspirou na etnografia de tela, postura metodológica que inquieta nossos olhares amansados, construindo desaprendizagens sobre aquilo que tomamos como “natural”, localizando outras possibilidades de posicionamento, adentrando outros espaços, outras reflexões, forjando outras formas de olhar a nossa volta; fugindo das imagens-clichês, palavras de ordem e de uma super-obediência.

Palavras-chave: Cinema, Infância, Emoções, Medo na arte, Obediência, Tito e os pássaros, Imagem

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Currículos de animação e produção de contracondutas: uma análise de desenhos animados a partir da perspectiva de gênero

Dissertação de Mestrado

Nome: Ariane Gabriele Brasil Gois Rabêlo
Instituição: UFS - Universidade Federal de Sergipe
Programa: Programa de Pós-Graduação em Educação
Orientador: Lívia de Rezende Cardoso
Ano: 2023
País: Brasil

Resumo
Esta pesquisa tomou forma a partir da compreensão de que os desenhos animados também se constituem enquanto currículos, pois, apesar de a escola ser um dispositivo privilegiado, ela não é o único lugar onde se empreendem conhecimentos. Inspirados nos Estudos Culturais (EC) e nas Teorias Pós-Críticas compreendemos que os ensinamentos se propagam através dos mais diversos artefatos culturais e empreendem pedagogias culturais, devido ao entendimento de que a cultura, assim como a educação, também é pedagógica e está envolvida na produção de conhecimentos e subjetividades. Para Cardoso (2016), as subjetividades presentes nos desenhos são destinadas a um público e conduzem os indivíduos a se reconhecer com determinados modos de ser, e, ao serem percorridos pelos discursos que constituem essas subjetividades, se estabelece o governo de condutas. As condutas por sua vez são usadas para que se fixe uma certa identidade, geralmente a identidade que se enquadra na norma vigente. Porém, há processos outros em que se procura fugir dessas normas, lutar contra elas e quebrá-las em busca de novas formas de existir. Esse processo é o que se entende por contraconduta. Com tais premissas objetivamos aqui analisar os desenhos animados como currículos produtores de contracondutas acerca de gênero. Para embasar essa pesquisa utilizamos autores e autoras póscríticos das áreas de currículo, cinema, estudos culturais e gênero, a exemplo de: Cardoso (2016, 2017), Ellsworth (2001), Fabris (2008), Foucault (1995, 1997, 2020), Giroux (1998, 2011), Hall (1992, 1997), Louro (2000, 2003, 2008, 2015), Meyer (2018, 2020), Paraíso (2004, 2006, 2014, 2018), Rael (2020) e Silva (2020). Metodologicamente falando, esta pesquisa possui cunho qualitativo, e se inspira nos EC e nas metodologias pós-críticas, utilizando aquilo que Fabris (2008) denominou de “filmografia para análise” e a etnografia de tela de Balestrin e Soares (2014). No mais, fizemos um levantamento em plataformas digitais para mapear os artefatos que já foram analisados relacionados a gênero e desenhos animados. Em seguida, selecionamos os desenhos A Casa Coruja (2020) e Guardiões da Mansão do Terror (2022) para análise, a partir da qual concluímos que ambos os desenhos animados produzem contracondutas e bagunçam, a seu modo, as barreiras das normas.

Palavras-chave: Educação - estudo e ensino, Currículos, Desenho animado, Identidade de gênero, Contracondutas, Gênero

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